Aumento de 400% no número de crianças registradas como Fabrício Queiroz preocupa MP

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O Datafolha divulgou ontem pesquisa que mostra os nomes mais comuns em 2019.

Os nomes Helena e Miguel, seguindo tendência de 2018, seguem no topo, porém, seguidos de perto por Jair e Michelle que tiveram grande aumento graças a eleição de Jair Bolsonaro no final do ano passado.

Pela primeira vez a pesquisa também causou preocupação no Ministério Público. O nome “Fabrício Queiroz” teve um aumento de 400% no número de crianças registradas no Brasil, o que dificultaria a identificação, em meio a tantos homônimos, do ex-assessor de Flávio Bolsonaro pelo MP.

Entrevistado pela redação do Otarionista, Julio Pontes, pai de Fabrício Queiroz Pontes de apenas 3 meses de idade, explicou a escolha do nome:

Eu sou o mais velho de três irmãos e me lembro da minha mãe brincando de esconder com eles e falando “cadê o neném?”, achei divertido poder dizer “Cadê o queiroz?” e minha esposa concordou

Antecipando qualquer problema o MP já pensa em formas de rastrear o Queiroz verdadeiro.